Embora a meteorologia previa tempo bom para hoje, dia 17, em algumas cidades a chuva apareceu. O volume não foi suficiente para reabastecer os mananciais e acabar com a estiagem que castiga o Oeste de Santa Catarina, entretanto, amenizou o problema. Nos três municípios do Vale da Produção ocorreu precipitação, com mais intensidade em Ipumirim. Em Lindóia do Sul choveu no interior e não na área urbana.
No momento da chuva estava me deslocando á Arabutã. Em alguns trajetos das SCs 488 e 465 o volume de chuva foi intenso, suficiente para acumular na pista e oferecer riscos aos motoristas (foto). Observei um problema antigo, a falta de limpeza nos bueiros e nas sarjetas ás margens das rodovias, o que acarreta em acúmulo de água na pista quando chove.
Em vários trechos das SCs 488 e 465 o problema é evidente, pois bastou chover forte por alguns minutos na tarde de hoje e várias poças de água se formaram na pista, por não ter espaço para escoar.
A conservação e manutenção das rodovias estaduais é de responsabilidade do Deinfra, mas o que vemos é que não estamos sendo beneficiados com esse serviço, pelo menos nos municípios do Vale da Produção. Entretanto, os proprietários de terrenos ás margens das rodovias precisam manter as obras executadas pelo órgão. Um exemplo é não danificar as canaletas, por exemplo. Se isso ocorrer, os proprietários são notificados e devem consertar os danos.
Entendo que é correto, pois se trata de bem público, de uso coletivo e pago com o dinheiro da sociedade. Dessa forma, é justo que os fiscais do Deinfra procurem os proprietários dos terrenos e exijam o conserto. Porém, os usuários das rodovias deveriam agir também como fiscais e cobrar manutenções, sejam elas quais forem necessárias. Afinal, é comum veículos aquaplanar na pista e causar tragédias. Porém, enquanto não somos fiscais de nossos próprios direitos, ficamos de braços cruzados deixando as coisas acontecerem por falta de atitude em cobrar benefícios que abrangem toda a sociedade.


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